O MAIOR FESTIVAL DE HARPAS DO MUNDO

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XV RioHarpFestival-virtual

 

Em agosto 2020, o Rio de Janeiro tornou-se  a capital mundial das harpas registrando um público de mais de 150.000 espectadores. 

E na sequencia, São Paulo, Lisboa e Coimbra em Portugal.

O XV RioHarpFestival não só manteve a tradição de 14 anos anteriores como também, enfrentou  a pandemia que se abateu pelo mundo, e que nem mesmo  impediu  a sua realização em  2020. Adiado de maio para agosto, adaptado às circunstâncias que não só impediram a vinda de harpistas previamente acertados como também o cancelamento de eventos em espaços culturais e ainda sem previsão de retorno,  a sua versão virtual, em verdadeira volta ao mundo ao som das harpas, realizou, no Rio,  63 concertos com harpistas e músicos  de  31 países incluindo importantes brasileiros e orquestras de projetos sociais e, para surpresa de seus organizadores, atingiu a um público superior a 150.000 espectadores e que se expandiu para São Paulo (V SPHarpFestival) e Lisboa e Coimbra, em Portugal.O RioHarpFestival colocou o Brasil no circuito mundial da harpa.

 

DESTAQUES:

Dentre as novidades, a harpista Claire Le Fur que filmou apresentações de harpas no fundo do mar do Caribe, Jacques Vandelvede, da Bélgica, tocando em uma harpa dupla e,  no encerramento, dia 31 de agosto, Kobie du Plessis,  harpista da África do Sul tocando música europeia. Todos os concertos foram  virtuais e divulgados através de mídia social e também pela Rádio Música no Museu (www.radiomusicanomuseu.com).

E muitas  foram  as nacionalidades presentes no rol de atrações: italiana, portuguesa, belga, croata, africana do sul, japonesa, colombiana, argentina, paraguaia, norte-americana, peruana e brasileira são algumas delas e os tipos de harpa igualmente variados, da clássica e céltica às regionais llanera, paraguaia, koto-japonesa, kora-africana,além das indianas e iranianas   da harpa dupla  do belga Jacques Vandelvede, das elétricas do Jonathan Faganello, do Burning Symphony e do italiano Raoul Moretti e outra novidade, o therumim do holandês Thorwald Jørgensen.

Destaque, também, para a inclusão de orquestras de várias comunidades em trabalhos de inserção social pela música  entrosadas com os harpistas estrangeiros com evidentes ganhos recíprocos.

OUTROS DESTAQUES:

Ecos Latinos, de New Orleans apresentou-se com a Orquestra Violões do Forte, um projeto desenvolvido na Comunidade do Pavão-Pavãozinho, a Camerata do Uerê, da Comunidade da Maré e a Orquestra Música para Todos, do Piaui.  Já os Tambores do Japão, alguns com até 2 metros de altura, apresentou-se com o Grupo Seiha de koto, mostrando a integração da percussão com a harpa e exaltando a cultura japonesa. Já o italiano Enrico Euron apresentou-se em um castelo da Italia.

Les Alizes, um quinteto oriundo da França e da Martinica fez apresentações tendo como pano de fundo o lindo mar do Caribe. Destaque, também, para a música libanesa com Al-Nur Kibir e na lista das harpistas clássicos, Sasha Boldachev, da Russia,  Kobie di Plessis, da África do Sul, Elizabeth Jaxon, dos Estados Unidos, Edith Gaeger, da Áustria, Florence Sitruk da Alemanha, Maria Palatine, da Belgica e Jana Bouskova, harpista principal da Filarmônica Tcheca, na foto,   entre muitos outros.

V SPHarpFestival:

São Paulo, também entrou no circuito do festival, já na quinta versão - V SPHarpFestival – e que cresce a cada edição, confirmando a potência de um dos mais delicados instrumentos musicais. Começando em 1º. Setembro e talvez  seja questão de tempo para que, assim como Música no Museu, possa atingir todo o Brasil.

EXPANSÃO PARA O EXTERIOR:

Enquanto  já se expandiu em 2019 para a Europa com concertos em Lisboa e Coimbra (Portugal), Madrid (Espanha), Bruges (Bélgica), Porquerolles, Grasse( França), Milão (Itália), Guiana e Caribe, todos com harpistas locais, mostrando assim a sua repercussão internacional que só não se repete em 2020 devido ao Coronavirus mas mesmo assim, realiza em 2020 em Portugal, além de Lisboa no Museu Nacional da Música,  e participou das comemorações dos 730 anos da Universidade de Coimbra.

  

MÚSICA NO MUSEU:

O RioHarpFestival insere-se em Música no Museu, considerada a maior serie de música clássica do Brasil, e que nos seus 23 anos de atividades registra um público superior a 1 milhão de espectadores no Brasil de Norte a Sul, e que se expandiu para cidades de países de todos os continentes levando música e músicos brasileiros para o exterior. Detentor de 30 prêmios nacionais e internacionais, foi tema de Mestrado na Universidade de Berlim.

Na sua programação anual, dividida em concertos referentes às estações do ano (Concertos de Verão, Outono, Inverno, Primavera e Natal), a cada mês privilegia um tema ou um naipe. Maio seria o mês das harpas mas em 2020 adiado para agosto. E novembro é o mês dos sopros,o XI RioWindsFestival.

H A R P I S T A S  

 

1 - Alemanha

Florence Sitruk - harpa clássica

 

2 - África do Sul

Kobie du Plessis - harpa clássica

 

3 - Argentina

Duo Portinari - Soledad Ya Ya (harpa clássica) e  Peter Pas (Canadá), viola

Lucas Petroni - harpa paraguaia

Walter D´Harpa - harpa paraguaia

4 - Áustria

Edith Gaesteiger - harpa clássica

5 - Bélgica

Gabriela Garcia - harpa clássica

Jacques Vandelvede - harpa clássica

Maria Palatine - harpa clássica

Pia Salvia - harpa clássica

6 - Brasil

Burning Symphony - Jonathas Faganello - harpa elétrica

Jonca Harp - harpa céltica

Nando Araujo - 60 minutos - palestra e música - harpa céltica

Newton Nazareth - palestra e musica

Orquestra Música para Todos (Piaui) - Maestro Sergei  Eliasar de Carvalho

Tatiana Henna - harpa clássica

Trio D`Ambrosio - Maria Celia Machado, harpa clássica, Maria Helena Andrade, piano e  Orquestra Violões do Forte

Vanja Ferreira - harpa clássica

7 - Bulgária

Angela Madjarova - em Duo Grécia - Katerina Kitov - harpa clássica

8 - Chile

Christian Rodrigues - harpa céltica

 

9 - Equador

Ernesto Guerra - harpa paraguaia / harpa clássica

10 - Espanha

Maria Rosa Calvo y Manzano - harpa clássica

Yerko Lorca - kora, harpa africana

Yerko Lorca e Kuan Kin (Taiwan) - kora, harpa africana

11 - Estados Unidos

Cheyenne Brown - harpa céltica

ECOS LATINOS - Patrice Fisher - harpa céltica

Elizabeth Jaxon - harpa clássica

12 - França

Claire Le Fur minutos (fundo do mar) - harpa clássica / harpa céltica

Clemence Boinot - harpa clássica

Les Alizes - Claire Le Fur, harpa clássica

Trio Artemisia - França / Italia - Alessandra Magrini, harpa clássica,

13 - Holanda

Thoward Jorgensen, theremin, 

 

14 - Índia

Pre Raman - harpa indiana

15 - Irã

Navayemher Band - harpa iraniana

Nobang Band  

16 - Itália

Enrico Euron - harpa céltica

XV RioHarpFestival-virtual-virtual

XV INTERNATIONAL HARP FESTIVAL OF RIO DE JANEIRO-virtual

Le XV ème FESTIVAL INTERNATIONAL DE LA HARPE DE RIO DE JANEIRO-virtual

XV FESTIVAL INTERNACIONAL DE HARPA DO RIO DE JANEIRO-virtual

Agosto/August- Setembro/September, 2020

Praça Pio X, 55 Sala 202

Rio de Janeiro - RJ

Tel 22336711

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