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O MAIOR FESTIVAL DE HARPAS DO MUNDO

Em maio 2019, mais uma vez, o Rio foi a capital mundial das harpas

 

Um público superior a 20.000 pessoas prestigiou o XIV RioHarpFestival. 


Trinta e cinco músicos de 22 países, incluindo importantes nomes e orquestras brasileiras de projetos sociais se apresentaram  entre final de  abril e  maio 2019 em cerca de 100 concertos gratuitos em espaços culturais e pontos turísticos do Rio de Janeiro (XIV RioHarpFestival)  e de São Paulo (IV SPHarpFestival) . A iniciativa foi de Música no Museu, projeto de música clássica com 21 anos de atividades ininterruptas de janeiro a dezembro  no  Brasil, de norte a sul,  com uma versão  internacional,  e que por 14 anos dedica o mes de maio à harpa. A inauguração no Rio, em 1º de maio, trouxe  uma novidade, a integração entre a harpa e a g aita de foles com a apresentação de uma orquestra comunitária,  projeto de inclusão social em São Gonçalo e a harpista brasileira Vanja Ferreira.  

Encerrando, no dia 31 de maio,no CCBB com Julia Wacker, harpista da Suiça tocando clássicos internacionais. Todos os concertos estiveram lotados.

EXPANSÃO

Já na quarta versão- IV SPHarpFestival- em São Paulo, outra importante cidade brasileira,  também entrou no circuito, ampliando-se   a cada edição, confirmando o poder de comunicação de um  dos mais delicados instrumentos musicais. Talvez seja uma questão de tempo para que, assim como a série Música no Museu, possa chegar a todo o Brasil. 

Enquanto isso, além do Brasil,  já em junho,  expande-se  para a Europa com concertos em Lisboa (Portugal) 

(Carolina Patricio) e Coimbra (Beatriz Cortesão e Joana Ribeiro),  Madri (Espanha)- The Celtic Orchestra,Fabius Constable),  Brugges (Belgica) com Luc Vanlère, Grasse (França),Quinteto Essencias Musicais, Alessandra Magrini, harpa, Milão (Italia) The Celtic Orchestra,Fabius Constable, harpa, Les Alizes no Caribe e Guiana e Ecos Latinos em New Orleans, todos  harpistas locais, e, assim, ampliando a sua já ampla repercussão internacional. 

O RioHarpFestival faz parte de  Música no Museu que em  seus 21 anos de atividade, registra  um público de mais de 1 milhão de espectadores no Brasil de norte a sul, mas também se expandiu para cidades de países de todos os continentes, levando a música e os músicos brasileiros para o exterior.  Música no Museu é detentor de 30 prêmios nacionais e internacionais, já foi tese de  Mestrado na Universidade de Berlim e é considerada  a maior série de música clássica do Brasil. Em seu programa anual, dividido em concertos relacionados às estações do ano (verão, outono, inverno, primavera e concertos de Natal),a cada mês destaca um tema ou um naipe e maio  é o mês das harpas. 


DESTAQUES 

O belga Jacques Vandelvede tocou na  sua harpa dupla, outra novidade do festival. Os Ecos Latinos, de  Nova Orleans, se apresentaram com a Orquestra Violoes do Forte, projeto desenvolvido na Comunidade Pavão-Pavaosinho e na mesma vertente , a Camerata do Uerê, da Comunidade Maré, também com o harpista Jacques Vandevelde, da Bélgica. Por outro lado, os tambores japoneses fizeram  uma apresentação  especial  com harpista  Yns Coronado  do Peru; Les Alizés, da França, o Trio Enrico Euron, da Itália, Elizabeth Remy Johnson, dos Estados Unidos, Edith Gasteiger, da Austria, Athy, da Argentina, Friederike Müller, da Alemanha,Kobie du Plessis, da Africa do Sul, Ensemble of Zagreb Harp Festival, da Croácia, o Grupo Seiha de Koto, do Japão,Baltazar Juarez, do México,Julia Wacker da Suiça foram alguns nomes de destaque ao lado dos brasileiros Burning Symphony, Duo Florata entre muitos outros.